domingo, 29 de janeiro de 2017

Maioria das vítimas de assassinato é jovem e tem ligação com tráfico no Vale do Paraíba

Eles têm entre 18 e 25 anos e baixa escolaridade, aponta a polícia.
Em 2016 foram 454 vítimas, maior número nos últimos 12 anos.


Homens, de até 25 anos, com baixa escolaridade e envolvimento com o tráfico de drogas. Esse é o perfil da maioria das vítimas de assassinato na região. No ano passado, 454 pessoas foram mortas vítimas de homicídio doloso (quando há a intenção de matar) e latrocínio (roubo seguido de morte) - o maior número em 12 anos.
Isso é o que revela um levantamento feito pela polícia, com base nos dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP).

Os homens representam 90,2% das vítimas assassinatos e 27,5% deles têm menos de  25 anos. “A Polícia Civil constata que é cada vez maior o número de jovens participando dessa criminalidade, então diante disso é feito uma análise para auxiliar na redução desses crimes”, explicou o delegado coordenador do Deinter, Marcos Machado.

Já os crimes são motivados pelo tráfico de drogas - sendo 70% dos casos. Entre os autores, 61%  tem somente ensino fundamental concluído.
“Em uma análise qualitativa profunda, a gente tem notado que aproximadamente 70% dos homicídios estão relacionado a questões de tráfico, seja de usuário que está devendo ou disputa entre traficantes. Também são muitos os casos de caráter passional, causados dentro de casa. Estamos trabalhando de forma integrada com as demais polícias”, afirmou a coronel Eliane Nikoluk.
Casos
Durante o ano passado, 454 pessoas foram vítimas de homicídios no Vale, registrando um aumento de 12% em relação aos casos de 2015. Este foi o ano mais violento nos últimos 12 anos na região.
Entre os casos de maior repercussão estão a morte de um auxiliar de pedreiro de 23 anos, assassinado a pauladas após uma briga de bar em julho e a universitária morta pelo namorado em São José dos Campos durante uma festa em outubro. (Fonte G1)
RESPOSTA: PREVENÇÃO PREVENÇÃO E PREVENÇÃO 


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

PASTORA MERDA NENHUMA E UMA DOENTE MENTAL

VESTIDO ESTILO MARIA MIJONA 
Uma mulher apontada como pastora evangélica aparece em um vídeo destruindo uma imagem de Nossa Senhora Aparecida. O caso aconteceu em Botucatu (SP) e gerou indignação ao ser postado na internet na terça-feira (10). Posteriormente, a gravação feita por membros da igreja foi retirada do ar, mas acabou salva e compartilhada por meio do aplicativo WhatsApp e das redes sociais.
“Oh, senhor, meu Deus pai. Quebra toda a obra contrária. Oh, glória. Seu nome seja glorificado, senhor. Essa obra que foi feita pelas mãos do inimigo agora está sendo quebrada em nome de Jesus”, diz um dos obreiros enquanto a mulher destrói a santa católica com um martelo e o grupo entoa várias orações.
Em entrevista ao portal G1, o Conselho Municipal de Pastores afirmou que a prática de se desfazer de uma imagem é comum quando alguém se converte à religião, mas não da forma realizada pela pastora. O Conselho informou ainda que entrará em contato com a religiosa para esclarecer o ocorrido.
Resposta:Isso não é atitude de uma pessoa normal ,interna essa maluca isso dai não é Pastora merda nenhuma .

VÍDEO
 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Mãe faz alerta sobre droga após filha entrar em coma

Isso é o que o ecstasy faz' 

Uma inglesa comoveu internautas com uma campanha contra o uso do ecstasy, após sua filha ficar em coma por causa da droga. Leah Robinson, de apenas 16 anos, usou a substância alucinógena em uma festa no Natal. Ela passou mal e precisou ser internada. Por meio de uma rede social, a mãe, Kelly, compartilhou o drama pessoal.
"Isso é o que o ecstasy faz quando você o toma. Não o tome! Minha bebê. Por favor, fique bem", escreveu a mulher em uma publicação na qual mostra uma foto da filha adolescente no hospital. A postagem foi compartilhada mais de mil vezes.

Para que a menina sobrevivesse, ela foi internada e colocada em coma induzido tão logo deu entrada em um hospital. Por sorte, há poucos dias Leah acordou do coma. Embora ainda esteja no hospital, ela deve ser liberada em breve.
"Obrigado a todos pelas mensagens", agradeceu Kelly na rede social, onde reforçou a mensagem. "Eu espero que nenhuma outra criança use essa droga. Eu postei essa foto para que nenhuma criança pense em usar isso. Eu me culpo o tempo todo. Mas crianças fazem coisas estúpidas. Espero que elas pensem duas vezes antes usar essa droga", acrescentou

De acordo com o jornal britânico "The Sun", a polícia está investigando o caso de Leah para descobrir como ela teve acesso à droga.
O ecstasy é uma droga psicoativa cujo efeito pode durar até oito horas. Seu uso pode trazer diversos prejuízos ao organismo, incluindo lesões cerebrais graves (FONTE E FOTO EXTRA)


Resposta: A mãe não criou você para você se acabar com as drogas .




sábado, 7 de janeiro de 2017

CRENTE QUE QUERIA DINHEIRO FÁCIL OLHA SEU $$$ NO COLCHÃO DA TELEX -FREE

Procuradores dos EUA encontram US$ 20 milhões em colchão de brasileiro

Dinheiro foi encontrado em apartamento usado por Cléber Rocha, que foi preso




BOSTON — Procuradores federais dos Estados Unidos anunciaram na quinta-feira que apreenderam US$ 20 milhões dentro de um colchão que seria de um brasileiro. Segundo as autoridades norte-americanas, Cléber Rene Rizério Rocha, de 28 anos, foi preso no mesmo apartamento, em Massachusetts, onde o montante foi descoberto. Rocha é acusado de lavagem de dinheiro em um esquema multibilionário de fraudes que envolve a TelexFree, uma empresa de telefonia por internet (Voip) acusada de promover pirâmides financeiras.
De acordo com a investigação norte-americana, Rocha atuava como mensageiro do sobrinho do brasileiro Carlos Wenzeler, sócio da TelexFree. No dia 31 de dezembro, Rocha chegou aos Estados Unidos e entregou uma maleta com US$ 2,2 milhões a uma pessoa que colabora com as investigações da procuradoria de Boston. Depois desse encontro, agentes federais seguiram Rocha até um apartamento em Westborough, em Massachusetts, onde o brasileiro foi detido. Após a prisão, os investigadores voltaram ao imóvel e descobriram o dinheiro. O próprio brasileiro afirmou que o montante chegava a US$ 20 milhões.



EMPRESA ENGANOU 965 MIL PESSOAS

Fundada por James Merrill, a TelexFree é investigada pela procuradoria de Boston como um grande esquema de pirâmide de dinheiro, que ganhava pouco dinheiro com a venda de serviços, porém, gerava milhões de dólares ao fazer pessoas pagarem uma taxa de assinatura para serem “promotores comerciais” e publicarem anúncios online para a empresa. A empresa é sediada em Marlborough, também em Massachusetts.
Em abril de 2014, a TelexFree pediu falência com dívidas de US$ 5 bilhões. Procuradores calculam que o número de vítimas da empresa chega a 965 mil nos Estados Unidos, Brasil e outros países. As perdas dos clientes da TelexFree somam US$ 1,76 bilhão.

Merrill foi preso um mês após o pedido de falência. Ele se declarou culpado de conspiração e fraude eletrônica em outubro. Wanzeler fugiu para o Brasil em 2014 e não pode ser extraditado.
De acordo com a queixa criminal de quinta-feira, uma pessoa atuando em nome de um sobrinho de Wanzeler abordou uma testemunha que cooperava com as autoridades para falar sobre a lavagem de um dinheiro que estava nos EUA, utilizando contas em Hong Kong e movimentando os fundos para o Brasil.
Esta pessoa teria pedido à testemunha US$ 40 milhões que seriam transferidos para fora do país porque a mulher de Wanzeler, que ainda morava nos EUA, estaria pedindo o divórcio e sabia onde o dinheiro estava localizado.( o globo noticiou )

Resposta: Está ai quem me chamou de invejoso , descreste até irmão de igreja que me mandou a merda etc...etc... aqui minha resposta .... MEU DINHEIRO ESTÁ NA POUPANÇA KKKKKKKKKKKK     QUER DINHEIRO FÁCIL INVISTA EM UMA ENXADA... 



quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

PROIBIR PUNHETA COM TANTA COISA PARA FAZER

Deputado evangélico quer proibir sites pornográficos no Brasil

O deputado federal Marcelo Aguiar (DEM/SP) ficou famoso por sua carreira como cantor. Ligado à Igreja Renascer em Cristo,  ele vem pautando sua carreira política por propostas conservadoras.
No final de 2016, ele apresentou um Projeto de Lei na Câmara dos Deputados que visa proibir  o acesso a sites pornográficos em todo o território brasileiro. Se aprovado, as operadoras seriam forçadas a criar um “sistema que filtra e interrompe automaticamente na internet todos os conteúdos de sexo virtual, prostituição, sites pornográficos”.
Entre as justificativas, ele ressalta que “estudos atualizados informam um aumento no número de viciados em conteúdo pornô e na masturbação devido ao fácil acesso pela internet”.
O parlamentar entende que a exposição à pornografia pela internet criou uma categoria de pessoas “autossexuais – pessoas para quem o prazer com sexo solitário é maior do que o proporcionado pelo método, digamos, tradicional”.
No projeto, ele diz que o objetivo da proibição seria “resguardar a integridade física e psíquica dos usuários”. Ficariam de fora os “sites privados, os quais são pagos pelos seus assinantes”.
No entendimento da Câmara, a proposta deveria ser apensada a outro parecido, o PL 2390/2015, de autoria do deputado Pastor Franklin (PTdoB/MG). Este, por sua vez, pede a criação do “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”, que teria “a finalidade de proibir o acesso de crianças e adolescentes a sítios eletrônicos com conteúdo inadequado”
O andamento desse projeto depende do parecer da Comissão de Ciência e Tecnologia.
RESPOSTA: Deputado a punheta é um ato sexual solitário, não sei se é da sua época  , mas a rapaziada dos anos 60 70  ficava esperando as 3ª feiras sair a famosa revistinha de sacanagem que era lida principalmente nos banheiros ............ Deputado vai procurar o que fazer pois só acessa os sites de pornografia quem quer .......quem não quer não entra .......... Vamos Lutar contra o ABORTO 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

A DROGA ESTÁ ACABANDO COM A FAMÍLIA

'Não tenho raiva dele', diz mãe de menina morta aos 13 por 'justiceiro'

Menina desapareceu há 2 anos e foi vítima de seria killer em MS.
'Para sociedade, usuários de droga são bichos, mas era minha filhinha', diz mãe.

Mãe de uma das vítimas do jardineiro serial killer do bairro Danúbio Azul, em Campo Grande, salgadeira que perdeu a filha aos 13 anos diz que não tem raiva do assassino confesso. A filha dela era usuária de drogas e desapareceu há 2 anos. Na última semana, ela recebeu a notícia de que a ossada da menina tinha sido encontrada no cemitério clandestino onde outras nove foram achadas.
"Não tenho raiva dele porque se eu alimentar esse sentimento dentro de mim é pior, minha filha era uma boa pessoa. Ela não sentia raiva de ninguém, tanto que as pessoas batiam nela e no outro dia ela estava conversando com a pessoa de novo. Ela não gostaria que eu sentisse raiva por ele e no meu coração não tem espaço para eu ter raiva dele nem de ninguém. Minha raiva não vai trazer ela de volta", desabafou a mãe em entrevista exclusiva ao G1. O nome e a imagem dela serão preservados nesta reportagem.
Luiz Alves Martins Filho, 49 anos, conhecido como Nando do Danúbio Azul, confessou 16 mortes e assumiu ter enterrado 10 corpos no cemitério clandestino onde também depositava entulhos de jardinagem. Nando se considerava uma espécie de justiceiro no bairro e disse que as vítimas eram pessoas que incomodavam os moradores.
Vizinho bom
Os desaparecidos tinham o mesmo perfil: frequentavam o bairro Danúbio Azul, eram usuários de droga, cometiam pequenos furtos ou se prostituíam, segundo o delegado responsável pelas investigações, Márcio Shiro Obara, titular da Delegacia de Homicídios (DEH).
A mãe da adolescente lembra que Nando era um vizinho acima de qualquer suspeita, daqueles que dão carona, ajudam e sempre estão à disposição dos moradores. Ele era visto pela comunidade como uma pessoa boa. A salgadeira lembra que na época do desaparecimento chegou a pedir ajuda do jardineiro nas buscas.
"Ele me levou para eu ganhar minha segunda filha, ele tinha carro e me levou. Nunca imaginei que depois de todos esses anos que a gente se conhece ele teria a capacidade de matar a minha filha. Não conseguiria ver ele como um assassino, mas sei que foi ele e que o Nando que eu conheci não era o Nando de verdade. Ele chegou a pegar o cartaz de desaparecida da minha filha, falar que ia ajudar a procurar", lamenta.
Despedida
A última vez que viu a filha foi no dia 2 de junho de 2014. No começo da noite, elas se despediram no portão de casa. A mãe foi para a escola e a filha ficou. Horas depois, a mulher voltou da aula e não encontrou a adolescentes mais em casa.
"Ela sempre me levava no ponto de ônibus, nesse dia ela não me levou. Falei para ela não sair de casa, mas, geralmente, eles [filhos] não obedecem a gente. Cheguei da escola 23h30 e meu esposo falou que ela não tinha chegado ainda. Nós fomos procurar nos lugares onde ela ficava, mas não conseguimos encontrar. Só que até aí a gente não tinha associado os desaparecimentos, fiz boletim de ocorrência nos dias seguintes, fiz cartazes comecei a distribuir, fui na praça levar foto dela, mas quando são usuários as pessoas não dão muita importância", recordou.
A família sabia que a filha era usuária de drogas há pouco mais de um ano. Depois da descoberta, graças a diretora da escola, a mãe conseguiu autorização judicial para internar a garota para tratamento.
Foram seis meses no Hospital Regional, mas, logo após a alta médica, a filha teve uma recaída. A mãe lembra que tinha acabado de conseguir uma nova internação quando a filha sumiu. Durante os anos de busca, a mãe disse que acreditava que poderia achar a filha.
"A gente tem esperança de encontrar o filho vivo né? Para a sociedade, os usuários são bichos, são inúteis, mas para mim não, era a minha filha, minha filhinha do coração, eu tinha ela como ser humano entendeu? Não via como usuária de drogas. Se eu falar que minha filha foi santa vou estar mentindo. Só porque ela morreu agora vou desenhar ela como uma pessoa que ela não era? Eu não posso fazer isso. Mas, ninguém merece morrer desse jeito por ser usuário. Ninguém merece. Nem a minha, nem a filha de ninguém", desabafou enquanto chorava.
Arrependimento
Em vários momentos da entrevista, a mãe chorou e lembrou que nunca imaginou ver dentro de casa um dos problemas mais comuns no bairro: a droga.
"Eu pensava que nunca ia acontecer com meus filhos. Quando a diretora falou eu não acreditei que minha filha usava drogas, nunca tinha sumido nada de dentro de casa, eu mexia com vendas e nunca sumiu dinheiro de casa ou coisas, nunca faltou nada para ela. A gente sempre foi pobre, mas nunca passou fome, sempre teve o que comer dentro de casa, eu sempre mexi com comida, não é possível que uma salgadeira não tenha comida dentro de casa", lembrou.
Além da tristeza, ela se culpa por não ter sido mais firme com a filha e afirma que faria tudo diferente se tivesse uma nova chance.
"Meu choro é de saudade, de tristeza, de não ter mais tempo para ficar com a minha filha. Dor e arrependimento também porque acho que a mãe tem que amar o filho, mas também tem que ter correção. Eu fui muito dura comigo mesma e não fui com ela, porque meu pai me corrigiu muito quando eu era criança e eu falava que não ia ser tão dura assim com os meus filhos, mas eu não queria fazer o que meu pai fez comigo. Dei muito amor e não dei correção. Se fosse diferente ela não teria feito o que fez", ponderou.
No fim da entrevista, ela tirou da bolsa uma foto da filha. A última fotografia tirada, semanas antes do sumiço, mostra uma garota sorridente, de pele morena e cabelos castanhos recém-alisados em uma escova progressiva paga pela mãe.
"Não quero apagar a imagem dessa menina linda, chegando em casa, sorrindo, perguntando da irmã. Se você olhasse pra minha filha você não falaria que ela era usuária de droga. Agora é só esperar a Justiça, primeiro de Deus, depois a dos homens. Espero que ele pague e fique preso, arrependimento sei que ele não vai ter", finalizou.
Manipulador
Para a polícia, Nando é responsável pela morte de 16 pessoas. Em entrevista exclusiva à TV Morena, o jardineiro disse que os crimes em série começaram há 5 anos.
Todas as ossadas foram enterradas em um terreno usado como cemitério clandestino, segundo o delegado. O local é bem conhecido por Nando e fica ao lado do bairro onde as vítimas sumiram. Nando disse à polícia que visitava o cemitério clandestino quase todos os dias.
Durante as investigações, ele demonstrou ser frio, calculista e manipulador. Segundo o delegado Márcio Obara, o jardineiro aparenta traços de psicopatia, mas sabe da gravidade dos atos cometidos. Testemunhas disseram à polícia que Nando torturava as vítimas antes de matar e enterrar.
Segundo a polícia, as investigações começaram há dois meses, e os casos estariam relacionados à exploração sexual de adolescentes e tráfico de drogas, todos na região do bairro Danúbio Azul.
Depois de dois meses de escavações no bairro Jardim Veraneio, a Polícia Civil encerrou as buscas e o Obara disse que aguarda laudos do Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) e do laboratório do Instituto de Criminalística para ter a confirmação oficial das vítimas.
Resposta:

domingo, 11 de dezembro de 2016

Sacanagem Idosa e abandonada na calçada .

Idosa de 88 anos é abandonada em calçada no bairro de Areias

Com apenas dois sacos, um andador e um ventilador, mulher foi deixada por quase seis horas na calçada até ser resgatada por PMs.
Cansada e sem abrigo. Foi assim que os moradores de Areias, na Zona Oeste do Recife, encontraram numa calçada do bairro, no início da noite desta sexta-feira (9), a idosa Maria José da Silva, de 88 anos. A senhora, que foi deixada sozinha na Rua Ernesto Nazareth, carregava consigo apenas dois sacos, um ventilador, uma cadeira e um andador.

Vizinhos e moradores de ruas próximas se sensibilizaram com a situação e passaram a noite junto à idosa até que o socorro chegasse. De acordo com eles, a família que reside no local não prestou assistência à senhora.

A sobrinha da idosa Luciene dos Santos, de 67 anos e que mora na casa vizinha ao ponto onde Maria José foi deixada, disse que não havia como abrigar a idosa porque a casa dela “é pequena”: "Moro com minha filha e quatro cachorros". Ela afirmou que não tinha conhecimento sobre o paradeiro de Maria José até esta sexta-feira, quando uma moça não identificada a deixou próxima à casa da família. Ela contou apenas que a idosa estava sendo cuidada por alguém na favela do Iraque, também na Zona Oeste da cidade.
A sobrinha ainda afirmou que teria tentado levar a idosa para a casa de uma outra sobrinha, mas que os moradores da região que acompanhavam a senhora não teriam permitido, esperando que a polícia chegasse. Luciene disse também ter tentado em outros momentos negociar com a tia para levá-la a um abrigo . “Eu acertei com um abrigo que ia levá-la ali em Jardim São Paulo e ela não quis; eu não tenho condições”, afirmou. 

Moradora da região, Geusa Liliana contou que a família “não ligou” para Maria José.  Segundo ela, os parentes comentaram que a idosa “é ruim, que não vale m..., que ela não presta”. 

A idosa contou que a família de Areias não a abrigou e que a maltratavam “porque eu sou ruim e porque sou crente". "Gastaram meu dinheiro com uma casinha que eu vendi. Fiquei calada, ai me colocaram em uma favela lá embaixo, no Iraque”. 

A senhora afirmou que gostaria de ir à casa de um outro sobrinho residente em Rio Doce, em Olinda. Quase seis horas após ser deixada na calçada, policiais militares do 12º Batalhão a resgataram por volta das 23h, para deixá-la à casa de parentes. ( fonte e foto portal FolhaPE )
RESPOSTA: porque eu sou ruim e porque sou crente ...Irmã viu ser crente chata no que deu .....