PARE DE FUMAR

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domingo, 27 de outubro de 2013

MEU ETERNO FIADOR MEU PRIMO MEU AMIGO MAURICIO AZÊDO


  Ele faleceu nesta sexta-feira 25/10/2013, aos 79 anos, no Hospital Samaritano, em Botafogo, onde estava internado, vítima de uma parada cardíaca.
RIO — O corpo do presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), jornalista Maurício Azêdo, é velado na capela 8 do Memorial do Carmo, no Rio. O sepultamento ocorre esta tarde no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju.
Familiares e amigos prestam as últimas homenagens ao jornalista carioca, nascido em Laranjeiras e criado no Catumbi. Para o colunista do GLOBO Ancelmo Gois, amigo de Azêdo desde a década de 1970, a palavra que o resume é generosidade.
— O Azêdo teve uma vida dedicada à causa pública, não por seus cargos formais, mas porque era uma pessoa que servia o público. Ele lutou durante a ditadura contra a censura e a violência, foi preso e torturado. Mesmo em liberdade continuou lutando — destacou o colunista, que chegou ao velório por volta das 10h30.
O deputado federal Otávio Leite elogiou o profissionalismo de Azêdo na Câmara dos Vereadores, onde cumpriu mandato de 1992 a 1996:
— Ele era, antes de tudo, uma referência como parlamentar. Ele era, de longe, o mais culto e informado sobre os temas da cidade — disse Leite.
Sérgio Caldiere, diretor financeiro da ABI, compartilhou seu apreço pelo jornalista:
— Azêdo era um grande exemplo das liberdades democráticas, do jornalismo sério e criterioso. Apesar de ter sofrido no período da ditadura. Até os últimos dias editava e revisava com rigor o Jornal da ABI. Não perdeu a paixão pelo que fazia desde jovem — frisou Caldiere.
O ex-prefeito Saturnino Braga qualificou-o como um grande pensador:
— Como vereador, Azêdo desenvolveu programas sociais muito importantes. Na época, liderava a Câmara como um grande pensador. Era um homem de ideias diretas. Falava bem e era um grande comunicador do interesse público — avaliou Saturnino Braga, que foi prefeito do Rio de 1986 a 1988.
Outra personalidade a prestar as últimas homenagens ao jornalista foi o ator e deputado federal Stepan Nercessian
— A luta, para Mauricio, não cessou nem com a redemocratização. É impressionante como ele se manteve atento e ágil para que a liberdade de expressão se mantivesse — elogiou Nercessian, fazendo ainda uma brincadeira: — Só tinhamos uma divergência: ele era flamenguista e eu, botafoguense.
Já Mario Augusto Jakobskind, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da ABI, destacou a importância de Azêdo para as futuras gerações.
— Ele é um marco do jornalismo brasileiro, um exemplo para as novas gerações. Seu legado continua no espírito da ABI, com a defesa da liberdade de expressão e do interesse público.
Preso na época da ditadura, tornou-se vereador nos anos 1970
Oscar Maurício de Lima Azêdo se formou em Direito em 1960, mas foi como jornalista que se destacou. Foi repórter, redator, cronista, editor, chefe de reportagem, editor-chefe e diretor de redação de inúmeros veículos de comunicação. Entre eles estão o “Jornal do Commercio”, “Diário Carioca”, “Jornal do Brasil”, “Diário de Notícias”, “Jornal dos Sports”, “Última Hora”, “O Dia”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo”, entre outros jornais diários. Maurício Azêdo também foi colaborador de jornais alternativos de resistência à ditadura militar (1964-1985), como a Folha da Semana, periódico criado pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB). Acabou preso pela ditadura.
— O Maurício representou o acesso de uma geração de jornalistas que sofreu com a pressão da ditadura. Ele lutou pela liberdade de imprensa e expressão. E, me lembro que, até correndo da polícia, carregava um monte de papeis debaixo do braço — relembrou o diretor de arte e cultura da ABI, Henrique Miranda Sá Neto.
Ele foi vereador pelo PDT e conselheiro do Tribunal de Contas do Município. Nos anos 70, Maurício Azêdo foi o principal editor do Boletim ABI, que antecedeu o Jornal da ABI, notabilizando-se pela defesa da liberdade de expressão e pelo enfrentamento da ditadura. Com atuação na área cultural, Maurício Azêdo foi um dos fundadores e diretores do Cineclube Macunaíma, que realizou sessões e atividades culturais na ABI de 1973 a 1985. Na próxima edição do Jornal da ABI, o jornalista será homenageado com uma reportagem mostrando um pouco de sua história.
Governo do Estado e ABI destacam a grande perda
O governador Sérgio Cabral enviou nota lamentando a morte de Maurício Azêdo. Ele decretou luto de três dias no Estado pelo falecimento.
“Maurício Azêdo foi um grande brasileiro. Jornalista militante que sempre se dedicou às causas da democracia e das liberdades. Homem público exemplar sempre dedicado às causas do Rio de Janeiro e do Brasil. Liderou a ABI nos últimos anos com o entusiasmo e o espírito de Barbosa Lima Sobrinho. Amigo fraterno e querido”, disse o governador Sérgio Cabral por meio de nota.
Também em nota, a presidente da Associação Brasileira de Letras, Ana Maria Machado, manifestou seu pesar.
“Depois de toda uma vida profissional em que foi sempre muito fiel a suas ideias, Mauricio Azêdo a coroou com um grande serviço ao país, ao manter acesa a chama da Associação Brasileira de Imprensa, ocupando sua presidência e fazendo tudo o que estava a seu alcance para não deixar se apagar uma instituição que prestou tantos serviços à nação e à democracia brasileira. Pessoalmente o conheci pouco e não convivemos muito. Mas o admirei em especial por ter sido um dos fundadores do Cineclube Macunaíma, continuador da tradição de ótimos filmes na ABI, iniciada nos anos 1960, no período em que a Cinemateca do Museu de Arte Moderna lá fazia sucessivos festivais com exibições diárias no início da noite, inestimável formadora da cultura cinematográfica de uma geração de cariocas”, escreveu.
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) enviou nota manifestando pesar pela morte do jornalista: “Aos 79 anos, Azêdo deixa-nos exemplo de coragem na defesa das liberdades, seja como jornalista, vereador e dirigente sindical. À frente da Associação Brasileira de Imprensa, foi uma voz contundente em favor da liberdade de imprensa e de expressão no país. A Abert se solidariza com a sua família”, escreveu o presidente da entidade, Daniel Pimentel Slaviero.
Amigo de infância, o jornalista Fichel Davit, diretor administrativo da ABI, também lamentou a morte do colega.
— Sua visão política nunca mudou e sempre foi pautada pela defesa da liberdade de expressão do pensamento. É uma perda irreparável. Azêdo era um redator brilhante, mas nunca conseguiu uma posição de destaque na imprensa por conta de seu posicionamento político — disse.

(FONTE) Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/brasil/presidente-da-associacao-brasileira-de-imprensa-velado-no-rio-10550037.html#ixzz2iv1gkdab


RESPOSTA: Meu primo Mauricio Azêdo minha mãe Urania Azêdo eu não tive o sobrenome AZÊDO pois na época por motivos políticos PAPAI DE DIREITA família AZÊDO   COMUNISTA DE CARTEIRINHA (rsrsrs) .
Inicio da nossa AMIZADE  o famoso PIC (PE Barão de Mesquita)  conheço esse cara voltei no corredor quem erra meu primo Mauricio Azêdo , comentei com o Capitão Leão  e neste dia começou uma grande amizade uma cumplicidade depois de alguns anos eu já  na Marinha fui ser a seu pedido segurança do Brizola que estava fundando o PDT e ai me despertou a politica não para disputar cargo nem para mama na teta e arrumar um bico ,mais sempre como até hoje por trás dos bastidores para ajudar na politica do social coisa que aprendei a gostar com ele ou já veio no sangue , pois meu bis avô era o Medico dos Pobres em Recife                                                        Dr.Raul Azêdo e minha mãe dava aula a noite as empregadas domesticas na Urca bairro que eu
nasci e fui criado ,onde o Mauricio ia alguns  domingos aproveitar a praia e comer o cozido da NANA.
Lembrei agora de um episodio que hoje dou boas risadas encontrei com ele em botafogo eu num PUMA e ele num  FUSCA no sinal em frente ao CINE OPERA , ele colocou a cabeça para fora do fusca e gritou querem me tirar a presidência da câmara , uma hora depois estava eu e meia duzias de marujos  na escadaria da Câmara Municipal do Rio de Janeiro , para mesmo na porrada defender a permanência do Mauricio na Presidência .



Meu eterno fiador , essa historia  até Deus duvidou anos 90 eu e minha esposa resolvemos abrir um casa de repouso onde minha mãe tinha a pouco tempo entregue o imóvel  com a mesma atividade , cade o fiador pedi para um para outro e a resposta sempre foi negativo até que linquei para o Mauricio e contei a historia mais eu sabia que ele não podia ser pois não tinha imóvel , ele em tom de brincadeira falou trás aqui a ficha da imobiliária e vamos TROCAR FIGURINHAS , no
dia seguinte fui la no anexo da câmara antes tomei um chopp no amarelinho pois ele ainda não tinha chegado, o fusca dele ficava estacionado na lateral do Amarelinho, bem trocamos figurinhas e ele falou vou preencher essa MELECA   vamos passar cuspe se colar colou  , e colou kkkkkkkkk  por isso eu sempre brinco MEU ETERNO FIADOR e eu de sacanagem dei o nome da pracinha onde os idosos residentes ficam curtindo um sol de PRAÇA MAURICIO AZÊDO com direito a placa e tudo kkkkkkk

Hoje minha vida e voltada para o social pode ter certeza tem um dedo ou melhor a mão dos AZÊDOS e tudo que  faço sempre troquei figurinha com meu primo pois como disse O ex-prefeito Saturnino Braga um grande pensador .
Quanto assumi a Secretaria de Infância ,Juventude e Cidadania de Lorena a convite do Dr. Paulo Neme liguei para ele ,primeiro figurinha trocada , NÃO PRENDA SEU RABO ,faça sem interesse pessoal ou politico faça pelos filhos da terra ..................



 A ultima figurinha trocada no inicio do ano ,PRIMO PASTOR (KKKKKKKKKKKKKKKKK) PORRA lá vem você com esse papo de PARE DE
FUMAR ,sim gostei da foto você com a camisa do MENGÃO com o prefeito ,me conta o ZICO foi ai dar uma mamada na teta (kkkkkkkkkkk) .................... Até qualquer hora meu primo meu eterno fiador e MEU AMIGO..........................

                                                                                                





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